sexta-feira, 26 de junho de 2026

Parabéns Moomy. 27jun’24 🍀 27jun’26


Parabéns Moomy
27jun’24 🍀 27jun’26

Faz hoje dois anos que viu, com a vista e ainda mais coração, - com coração a explodir de felicidade - esse novo Ser.
Depois de nove meses a construir, minuciosamente, um mundo novo de emoções e afectos; a embalar, mais que uma ideia, um Ser que sentia começar a existir dentro de Si - num misto de sofrimento e alegria -, viu ser-lhe depositado no Seu colo e entregue para todo o sempre esse Menino lindo.

Que momento grandioso, encantador, emocionante, transcendente terá sido!

Imagino-a algo incrédula e embevecida a olhar para ele; imagino-a hesitante em tocar-lhe por não saber bem ainda como fazê-lo e não o querer magoar por inexperiência; imagino Seu coração a serenar depois de longa espera; imagino Seu contentamento ao olhar um Ser perfeito a mexer-se nos Seus braços; imagino um ser indefeso mas confiante na Mãe que o acalmava; imagino-a a alimentá-lo agora com Seu peito entumecido de fartura; imagino algumas inquietações que a assolaram ao longo do processo e, principalmente, no dia D; imagino a coragem que teve em desafiar-se, a Si e ao mundo, para querer ser Mãe; imagino…

Quero crer que a Sua vida, desde o momento da concepção e nascimento até hoje e para sempre, não mais foi e será a mesma. A chegada desse Ser alterou tudo.
Para melhor.
O Amor ganhou uma outra dimensão, uma dimensão maior, desmesurada. Total.
Valeu e vale as penas?
Já me disse convictamente que sim e acredito sem sombra de dúvida: valeu e vale as penas. E não são apenas penas: são desafios inovadores e estimulantes; são alegrias espontâneas; são razão de existência.

“Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.
Até parece que Fernando Pessoa já a conhecia. 

Um núcleo familiar, o Seu, começou lá trás e o amanhã está a ser definido dia após dia, com as incertezas que os amanhãs sempre trazem mas também com as alegrias que as anulam e valorizam.

(Minha Mãe até aos 101, Meu Pai até aos 95, amaram-nos como no primeiro dia: muito; totalmente; incondicionalmente. Fui um sortudo mas bom aluno)

O Lourenço escolheu bem a Mãe.
Uma Mãe que aprende a sê-lo todos os dias.
Uma Mãe corajosa, dedicada, incondicional e amiga.

Gosto de Si e gosto de lho dizer.
E, pf, mantenha-se afetiva e fisicamente ao meu alcance.
Não escolhemos de quem gostamos - o coração escolhe - mas escolhemos continuar a gostar.

Um Xi ❤️ enorme para Si
Outro 💚 para o sortudo do Lourenço

segunda-feira, 22 de junho de 2026

CCAÇ4640_XXVI Encontro/Quarteira(20JUN'26)

É bom estarmos juntos.
Por poucos que sejamos parecemos sempre muitos porque os ausentes - os que hoje não vieram e os que já partiram - também cá estão. Também estão cá os longínquos camaradas e amigos africanos de quem perdemos o rasto mas não a saudade. A convivência com eles foi muito enriquecedora ao tempo, porque multicultural e multirracial. Absorvemos deles uma dimensão do mundo que não tínhamos e, também com eles, o nosso mundo acelerou e cresceu em conhecimento e relacionamento humano.
Todos, os ausentes e os longínquos, são e serão sempre uma extensão de nós. A bem dizer nunca nos separamos. Une-nos um tempo; uma vida.

O esforço físico e monetário para cá estarmos, são bem compensados por estes bocadinhos de convívio pessoal. Não que tenhamos grandes coisas recentes a acrescentar ou partilhar pois, salvo algumas excepções, cada um de nós fez sua vida em ambiente próprio, mas temos um pedaço de vida em comum muito marcante, muito forte, muito vívido porque vivido nas trincheiras, que nos liga e que selou uma amizade intemporal. Um pedaço de vida singular em que nos tornamos homens da noite para o dia. De alguma maneira - cada um ao seu jeito, obviamente - aqueles dois/três anos moldaram nossas vidas. Muitos de nós saímos então, quase imberbes, debaixo das saias da mãe diretamente para o mundo; para um mundo desconhecido, para um mundo exigente, aventuroso, para um mundo arriscado, perigoso, desafiador.

Fácil não foi mas não dissemos que não. Desabrochou em nós bravura que nem sabíamos que tínhamos e, temerosos, sim, demos o corpo às balas. E aqui a expressão é literal, carregada de sentido.
Fomos capazes.
Fomos valentes.
Lidamos com a G3, com as rações de combate, com a seringa, com o racal, com a cantina, com os unimogs, com as berliers, como principiantes no início mas veteranos no final.

Um pouco de humor, quase negro: tomara o Trump ou o Putin que nos alistássemos agora nas suas fileiras. Mas para estas guerras responderemos com um não absoluto; porque insanas, acrescente-se.

Foi uma experiência de vida incrível. Foi um laboratório onde testamos as nossas capacidades, a nossa resiliência, como agora sói dizer-se. Pessoalmente nunca a enjeitei, pelo contrário, alicerçou-me e fortificou-me para a vida, vida sempre desafiadora.
Ficou como referência.
Atrevo-me a pensar que todos nós diremos o mesmo.

Já imaginaram os nossos netos, alguns com a nossa idade de então ou a caminho, com a ‘canhota’ às costas?

A erosão natural da vida já levou alguns de nós; o último foi o nosso Belinho. Partiram mas continuam bem presentes entre nós. Sempre. Proponho dedicar um minuto da nossa saudade a estes nossos Amigos.

Uma palavra de admiração e apreço aqui para o jovem Capitão. Foi um Capitão com maiúsculas. Um pouco mais velho que nós mas com adultez, lucidez, inteligência e serenidade bastantes para capitanear nossos destinos.
Obrigado.
Peço para ele bons e bonitos anos de vida e palmas. 

E agora um tempo para as nossas famílias, família que construímos em parceria com as nossas esposas, algumas aqui presentes. Um tempo de reconhecimento por tudo que nos deram. E foi tudo. Estamos-lhes gratos pelo que foram e pelo que são. Vieram os filhos, os netos - bisnetos, talvez -, netos que tanto nos alegram e preenchem.

Somos uns felizardos.
Estamos a viver dias cheios, bonitos e felizes.

É bom andarmos por aqui orgulhosos do dever cumprido, orgulhosos do nosso passado, orgulhosos da nossa amizade, orgulhosos das nossas famílias e muito confiantes no nosso futuro.

Um brinde a Todos nós.



terça-feira, 5 de maio de 2026

05 Maio 2026: Meus 75


Ontem, 05.05.’26, fechei uma contagem especial. Uma bela contagem, acrescento. Que contagem? Os meus 75. Gosto de fazer anos; quantos mais melhor.
Tão depressa a fechei, mais depressa a reabri, repondo os zeros no contador; no mesmo. Coloquei também pilhas novas, no caso ‘duracel’, das tais que duram, duram, duram...
E hoje, no primeiro dia dos 76 reparo, satisfeito, que o contador está a funcionar bem. No pirilampo da cabeceira as 06:00h piscavam no ritmo habitual; o chilrear da passarada na árvore vizinha, numa alegria enamorada a fazer jus à época cíclica do ano,  febril e contagiante, anunciava um dia primaveril fértil e festivo; o ritmado tique-taque mental martelava sem descanso e desconfortava-me da posição horizontal noturna; a vontade de tatear lá fora o novo dia e colher dele o que dele houver para colher, acelerou-se e propulsou-me para a posição ereta.

Saboreado o breakfast comme il faut, fiz-me à rotina (caminhada), diária de longa data, para reenergizar o organismo e realinhar alguma desordem mental noturna que sempre subjaz à noite ainda que pacata.

E é nesta rotina que converso, melhor dito, teclo com Aqueles e Aquelas que, também ontem, me saudaram e abraçaram. Os da Net também contam.
Desde logo para lhes dizer que todas as saudações e abraços me chegaram tal e qual como daí saíram, quentes e bons, e me souberam bem. Muito bem mesmo. Fiquei emocionado com tanto carinho. Fizeram-me sentir pertença de um grupo de pessoas sãs, de pessoas com ‘alma’, com vida, com propósitos, sempre próximas. Amigas. Este grupo faz-me lembrar um campo radioso e florido de malmequeres ondulantes, com uma pequena alteração: bem-me-queres, estes com efeito girassol. Campo que rego amiúde para que os bem-me-queres continuem viçosos, a renovar-se e a girar. Sempre.
Vocês, além de âncoras onde se agarram vidas, são, simultaneamente, motores que dão energia aos dias.

À Vossa companhia, juntei a dos Manos e Cª, - este grupo especial, sempre presente - num demorado e alegre repasto, pois claro. Sim, os pés debaixo da mesa ficaram sossegados por um bom tempo, libertando espaço para a degustação, para o humor, para a gargalhada, para o abraço. Sim, gostamos de nos abraçar.
Estes dez são ToP.

Com os meus, num jantarzinho lento, made by MySelf, noite adentro, num ambiente mais close, os seis respiramos Amor. E como eu amo este grupinho!

Está na hora de devolver o Vosso abraço mas reforçado. Confirmem o tamanho: Gigante.
Fiquem com a certeza que degustei cada afeto. Gosto de afetos.
Vocês são ToP, ToP, ToP.
Vocês são componentes importantes do meu dia.
Gostar de Todos e de cada um é fácil.
Porque são Especiais.
Os Eleitos.


sábado, 31 de janeiro de 2026

31JAN'26 - Simão, Campeão Regional VoleiB🏐l


🥇                                       🏆                                      🏅
                    🥇                                       🏆                                      🏅


31JAN2026 - Simão Campeão

O SimãoCampeão foi hoje novamente Campeão, desta vez Campeão Regional de VoleiB🏐l pelo Leixões na sua categoria Sub/14. Não saiu de jogo o tempo todo.

A temida AsAcEspinho foi batida por uns contundentes 3-0.

Partida empolgante com todos os jogadores irreprimíveis, sempre focados em cada andamento do jogo e com energia transbordante até ao último lance (do Simão); energia que contaminou a bancada e esta, por sua vez, lha devolveu em dose dupla.

Rufaram os tambores, as cornetas ouviram-se a léguas, patearam-se as bancadas; as vozes já roucas, com decibéis já pouco audíveis, foram aumentando de volume pela adesão em massa dos tímidos.

Fui claqueiro. Fiz parte destacada desse coro ensurdecedor exercitando a arte de bem aplaudir. Descobri que a cadeira tinha molas e que estavam em bom estado de conservação; descobri que tenho voz afinada para este coro; descobri a emoção a subir ao rubro; descobri a alegria do olhar encharcado.

Adorei ver uma Mãe (do Simão) - prima claqueira - rouquérrima; uma Mana (Árbitra) seguindo cada detalhe do jogo; uma Pai fotógrafo correndo a todo o campo a captar o evento histórico para memória futura.

-E no final?
-Final Apoteótico.
O pavilhão não cedeu mas receou-se… 😀

Lamentei, mais uma vez, que 1,66m não seja suficiente para abraçar como deve ser 1,80m. Quem sabe um dia… 😀

    Parabéns, Simão 👏
        Parabéns, Leixões 👏
            Parabéns Claque  👏

A próxima Taça já anda por aí. Vamos a ela.👍

🥇                                       🏆                                      🏅
                    🥇                                       🏆                                      🏅


https://photos.app.goo.gl/nuQLdUFhpmo6h6wT7